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Memórias de uma Jornada Mundial da Juventude

 

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13/08/2013: Brazil

 

Por quase dois anos tive o privilégio de fazer parte da equipe provincial que trabalhou no itinerário do Grupo Marista para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Foram dias de muitas alegrias e desafios, dificuldades e superações. Conquistas que foram sendo alcançadas, sempre em equipe, dia após dia. Como diria o grande Ir. Pedrão, passo a passo e pouco a pouco o caminho se fez. E assim vivemos a tão aguardada Jornada Mundial em solo brasileiro, de 23 a 28 de julho! Todos vocês foram fundamentais para que a JMJ se tornasse possível na vida de aproximadamente 400 jovens, colaboradores e Irmãos Maristas! Se não tivessem colaborado, contribuído e acreditado nessa proposta, é provável que a experiência não tivesse ocorrido da mesma maneira! De minha parte, digo: muito obrigado! Escrevi algumas linhas sobre a experiência que tive, no Rio de Janeiro, e tomo a liberdade de compartilhar com vocês, em forma de agradecimento.

Diogo Luiz Santana Galline 

_________________________

Prato cheio

Um grande banquete! Milhões de pessoas, em torno da mesma mesa, para se alimentarem daquele que é o Pão Vivo da humanidade: Jesus Cristo. Para mim, essa é a melhor definição para nominar a Jornada Mundial da Juventude. Alguns poderão questionar: mas Ele não está presente em todo e qualquer lugar? Precisavam de tanto fogos de artifício? É verdade, você pode ter razão! Ele está em todos os lugares, em todos os momentos. Aliás, Ele não somente está... Como Ele é! Mas, embora seja o “arroz-com-feijão de cada dia” o responsável por nos dar forças e nutrir, convenhamos: como é bom, vez ou outra, juntar os amigos para ‘comer fora’! Estar reunidos... simplesmente!

E assim foi, por uma semana! Um grande momento de celebração entre amigos! Amigos esses próximos ou distantes, conhecidos ou ainda por conhecer, de diferentes classes, etnias e línguas. Um banquete feito por muita, mas muita gente mesmo! Para incrementar a festa, convidaram um ‘cozinheiro-chefe’ argentino, vindo lá do fim do mundo, mas com um coração do tamanho do universo: o Papa Francisco. Logo de cara, avisou: “não trago ouro nem prata, mas o que de mais precioso me foi dado – Jesus Cristo”. O chef, de antemão, preocupou-se em trazer consigo não ingredientes caríssimos ou raros, senão o grande tempero que dá sabor à vida de todos os Cristãos.

Antes dessa refeição principal, pudemos degustar os aperitivos de entrada, na cidade de Curitiba. Pratos tipicamente mexicanos. Esses chilis e guacamoles, trazidos pelos jovens Maristas de duas Províncias do México, somaram-se à culinária curitibana e londrinense, realizando uma combinação cheia de alegria e entrosamento. Serão os pratos mexicanos abrasileirados ou a nossa culinária mexicanizada? Só sei que 

a sintonia acontece!

class=imgshadowMigramos ao Rio de Janeiro na certeza de que o vinho bom ainda estava por vir. Durante os sete dias, fomos alimentados espiritualmente por meio de catequeses, atividades culturais, convivência, integração com culturas diversas, celebrações, atos centrais e tantas outras possibilidades. Nosso mâitré deixava sempre muito claro: “quando se prepara um bom prato e vê que falta o sal, você então bota o sal; se falta o azeite, então bota o azeite... É assim com a nossa vida, se queremos que ela tenha sentido e plenitude, bote fé em Cristo e a vida terá um sabor novo!”. Era tanta gente em busca desse sabor que ele, experiente como é, não hesitou em dizer: “vamos botar mais água no feijão”! E assim, à lá brasileira, todos puderam se alimentar! Ao término da JMJ, o Papa fez questão de salientar: “agora você deve ir e transmitir essa experiência aos demais. Ide, sem medo, para servir!”. Por suas palavras, tornamo-nos todos habilitados a ‘mini-chefs’, levando o Pão Vivo a todos aqueles que têm fome.

E eu, neste momento, como estou? Sem dúvida alguma foi a JMJ mais intensa que vivi! Talvez pelo fato de ser no Brasil... Ou por estar envolvido na equipe de organização do Grupo Marista... Quem sabe pelo meu atual momento de vida... Não sei! Só sei que essa JMJ foi intensa! Deixei-me surpreender por Deus, como pediu o Papa Francisco, e tive uma JMJ fantástica! Quebrando todo e qualquer tipo de resistência que carreguei por dois anos! No momento, sinto-me saciado! Como ‘bom garfo’ que sou, posso dizer que comi demais! Precisarei de tempo, um bom tempo, para digerir tudo o que vivi nesses dias! Mas, a maior certeza já foi absorvida: colaborar para que o Pão chegue a quem tem fome!

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