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Documentário da Rede Marista de Solidariedade mostra a realidades da infância Guarani-Kaiowá

 

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14/08/2018: Brasil

 

Lançado esta semana na Câmara dos Deputados, filme mostra contexto de vida e violações de direitos enfrentadas pela infância indígena em Dourados (MS)

A Rede Marista de Solidariedade (RMS - Província Brasil Centro-Sul) atua na proteção, promoção e defesa dos direitos das crianças, adolescentes e jovens em todas as frentes de missão do Grupo Marista. Também desenvolve estratégias de incidência política e promove ações de educação para a solidariedade, estabelecendo articulações com poder público e a sociedade civil, em sintonia com as diretrizes internacionais de direitos das crianças e jovens, como a Convenção sobre os Direitos da Criança e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Nesta perspectiva, a RMS produziu o documentário intitulado Guarani-Kaiowás – Ivy Poty – Flores da Terra. A questão indígena é um tema de fronteira, evidenciado nos documentos mais recentes produzidos pela Igreja, bem como nas diretrizes advindas do XXII Capítulo Geral do Instituto Marista, convocando a instituição à responder com audácia as necessidades emergentes do nosso tempo.

O filme mostra que a garantia dos direitos das crianças e dos jovens Guarani-Kaiowá está ameaçada em muitos aspectos, como o direito à língua, à educação e à convivência familiar e comunitária. O trabalho ressalta a importância da valorização da cultura e da identidade das etnias no processo de desenvolvimento das crianças indígenas e aborda o cenário das políticas públicas que atendem a esta população.

O filme, que debate a situação da infância indígena na região de Dourados (MS) foi lançado nacionalmente no último dia 7, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, na semana do Dia Internacional dos Povos Indígenas.

Realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias em conjunto com a Comissão de Educação, a audiência discutiu as políticas públicas educacionais para os povos indígenas e quilombolas, em especial para a permanência no Ensino Superior.

O coordenador do projeto do filme, Ir. Lucas José Ramos Lopes, diz que foi uma grande oportunidade para apresentar a produção e acompanhar as reivindicações das lideranças e coletivos ali presentes. De acordo com ele, “o documentário é uma contribuição à urgência das reflexões e tomadas de decisão necessárias para a proteção e o desenvolvimento integral das crianças e dos jovens indígenas”.

A deputada federal Janete Capiberibe, que propôs a audiência, parabenizou a produção do documentário, destacando um dos temas abordados nele que é o elevado índice de suicídios de meninos e meninas Guarani-Kaiowás. “E isso acontece, nós sabemos os motivos, a educação é um deles, também o direito à terra e outros direitos que são retirados dessa juventude, dessas crianças brasileiras”, disse.

 

Infância Guarani-Kaiowá

O documentário promove uma escuta dos indígenas, de atores da rede de atendimento, de organizações da sociedade civil e outros profissionais sobre questões sociais, políticas, culturais e identitárias da população Guarani-Kaiowá. “O filme vem com a proposta de contribuir para a promoção e defesa de seus direitos, em especial das crianças e jovens”, apontam os diretores Camilla da Silva e Souza e Vinícius Gallon.

Segundo Juliana Kuwano Buhrer, que também coordena o projeto do filme, “a expectativa é de que a produção contribua para os debates e formações das redes e instituições que atuam junto à população indígena e como subsídio para os agentes que participam da formulação, implementação e monitoramento das políticas públicas”. O documentário teve um pré-lançamento exclusivo para as comunidades indígenas durante a “VI Kuñangue Aty Guasu – Grande Assembleia das Mulheres Kaiowá Guarani”, em julho.

Assista o filme completo:

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