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Br. Pe. Jean-Baptiste Pompallier
18/08/1833 - Vol. , n.
Circular



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O Pe. Pompallier era capelão do pensionato La Favorite, em Lião. Pelo fato de atuar ali, ele tinha também o papel de representante dos interesses da Sociedade de Maria junto à cúria arquidiocesana. Fazia o elo de ligação da Sociedade de Maria com o Pe. Cholleton, um dos Vigários Gerais. Nesta carta ele relata a presença do Pe. Colin em Lião, no dia 6 de agosto, quando D. Gaston de Pins lhe deu documento de apoio para o encaminhamento a Roma do pedido de aprovação pontifícia da Sociedade de Maria. No texto desta carta há alusão a um “assunto importante”, que deverá ser transmitido ao Pe. Champagnat de viva voz, ou diretamente pelo Vigário Geral: era o tema da união dos Irmãos Maristas com a Congregação dos Clérigos de Saint-Viateur. A decisão do Conselho arquidiocesano estivera suspensa temporariamente, mas voltou a prevalecer desde que a iniciativa de D. Gaston de Pins sobre a legalização dos Irmãos, por via normal, não tinha dado certo (Cartas n° 37, 38 e 39). O Pe. Champagnat se manifestou contrário à união com os Clérigos de Saint-Viateur. Sofreu muita pressão nesse sentido e acabou desabafando o seu mal-estar na chamada “carta das lágrimas”, resposta que enviou ao Pe. Cholleton pelo final do mês de agosto de 1833 (Lettres, doc. 30).

V.J.M.
Lião, 18 de agosto de 1833.

Senhor Superior:

Tive muita satisfação com a vossa última e honrosa carta. No mesmo dia, tive outro grande prazer: a visita dos padres Colin, Terraillon e Forest.

Não pude responder-vos logo, mas apressei-me em cumprir aquilo de que me incumbistes junto ao Pe. Cholleton; este chegava de viagem; nada havia decidido quanto à forma dos vossos poderes. Queria tratar o assunto em Conselho; eis por que me recomendou que vos escrevesse para dizer-vos que, verbalmente, prorrogava tais poderes e que, sem tardança, vos entregará documentação escrita; aliás, roguei que o Pe. Terraillon vos comunicasse isto de viva voz. Hoje tornei a entrevistar-me com o Pe. Cholleton. Disse-me que acabava de escrever-vos , que teríamos o prazer de ver-vos em Lião e que vos entregaria o dito documento.

O Pe. Colin teve os seus contratempos por aqui; no entanto recebeu carta de recomendação do arcebispado para a corte de Roma. Mais não vos digo, porquanto a vossa viagem a Lião me fornecerá, segundo espero, a ocasião de entreter-vos de coisas muito importantes.

A minha amizade ao Pe. Servant e aos nossos caros Irmãos. Recomendo-me com instância aos vossos santos sacrifícios e às orações deles. Cumpre-nos dirigir a Maria os nossos rogos para o êxito da sua obra.

Tenho a honra de ser, nesses sentimentos, com respeitosa afeição, sr. Superior, o vosso muito humilde e muito obediente servidor POMPALLIER, padre.

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