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A propósito de nossos bens

 

H. Benito Arbués
31/10/2000 - Vol. XXX, n. 4
Circular 406

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Por que escrevo esta carta? (n. 1 –2)
Contexto desta reflexão
a) Consciência que tenho da variedade de situações do Instituto (n. 3)
- Variedade de contextos sociais, culturais e econômicos
- Variedade de responsabilidades frente aos Irmãos e frente às obras
- Diferenças na capacidade econômica e de organização das Províncias
- Variedade de concepções sobre a “pobreza” e sobre a relação entre “eficácia e qualidade apostólica e recursos econômicos”
b) Minha história pessoal (n. 4)
c) A reflexão do Conselho Geral (n. 5)

I. OS BENS DO INSTITUTO E SEU DESTINO
De onde nos vem o dinheiro hoje?
Algumas coisas que mudaram e suas repercussões (n. 6)
- As novas formas de conseguir dinheiro e aumentar os investimentos gerou um ambiente totalmente novo para nossa vida religiosa
- A facilidade com que nos vem o dinheiro pode criar-nos também dificuldades no campo da formação
- Até mesmo nos novos projetos com os pobres devemos estar atentos
- O dinheiro também leva ao poder
O uso e destino atual dos bens no Instituto (n. 7)
Os bens a serviço da Vida dos Irmãos (n. 8)
- Nosso estilo de vida: a localização das Comunidades e os recursos
- Separar a gestão econômica
- Apelo a um estilo simples e profético de vida
Alguns critérios e pistas de reflexão e de ação (n. 9)
Os bens destinados à Missão (n. 10-14)
- Em que aplicamos o dinheiro?: valorizações e pistas de reflexão e de ação
- As palavras-chaves são missão e destinatários
- Discernir projetos a partir da perspectiva evangélica
- Algumas sugestões sobre as obras
Solidariedade: partilhando inclusive o que nos convém guardar (n. 15 –16)
- As razões de sempre: os planos de Deus e os apelos do Evangelho
- A força dos apelos atuais: as diferenças são mais visíveis, mais visíveis também as possibilidades
- Dar passos concretos: as exigências para nossa Vida e nossa Missão
Alguns aspectos nos quais percebo avanços (n. 17)

II. ADMINISTRAR OS BENS COM CRITÉRIOS EVANGÉLICOS
Sentir-nos e ser humildes administradores (n. 18-20)
A administração: transparência e orientação evangélica (n. 21)
Acompanhar pastoralmente novas formas de dispor do dinheiro (n. 22)
III. ASPECTOS QUE NECESSITAM DE DISCERNIMENTO E CONCRETIZAÇÃO
Na Vida dos Irmãos e Comunidades (n. 23-25)
- O nível de vida das Comunidades: os lugares, as casas, os equipamentos, o serviço, os gestos, os orçamentos
- Algumas sugestões
A capitalização: Que quantidade de dinheiro necessitamos guardar? (n. 26)
1. Com relação aos fundos da Província: três grandes áreas de reflexão
2. Critérios para orientar a reflexão sobre capitalização
3. Fazer um estudo e discernir posteriormente o sistema e os critérios administrativos da Província e a organização e funcionamento que convém aplicar
4. Aspectos concretos sobre o plano de “capitalização”
Conveniência de estabelecer auditorias (n. 27)

CONCLUSÃO (n. 28)
a) Revitalizar nosso carisma
b) Optar é decidir
c) Confiar na Providência

ANEXO-1 SUGESTÕES PARA UMA REUNIÃO COMUNITÁRIA

ANEXO-2 SOBRE O USO EVANGÉLICO DOS BENS
esquema da reflexão realizada no Conselho Geral

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