7 – Marie et Jésus nouveau-né

08/Jun/2010

7 – Mary and the newly-born Jesus

 

Opening: two or three verses of a Christmas hymn that present the scene of the Mother and the little child (Silent Night perhaps, or some other suitable Christmas carol).

 

Point 1: MARY AND THE MESSIAH

 

From the understanding that she had received from God of the child to be born of her, Mary knew that the baby she held in her arms on that first Christmas night, was the long-awaited Messiah. Without conscious effort, there came to her mind the inspired words of Old Testament prophecy foretelling this climatic moment in human history:

For there is a child born to us,

a son given to us

and dominion is laid on his shoulders;

and this is the name they give him:

Wonder-Counsellor, Mighty-God,

Eternal-Father, Prince-of-Peace.

Wide is his dominion

in a peace that has no end,

for the throne of David

and for his royal power,

which he establishes and makes secure

in justice and integrity.

(Is., 9, 5-6)

 

How closely those last words echo the message given her of her son's kingly power: and yet, her Messiah child is more than king for of him Psalm 110 (3-4) says,

Royal dignity was yours from the day when you

were born on the holy mountains,

Royal from the womb, from the dawn of your

earliest days:

Yahweh has sworn an oath that he will never

retract,

"You are a priest forever…”

 

Prince-of-Peace, Mighty-God, Eternal-Priest, this is her son yet he lies within her arms, against her wildly beating heart, warmed by her body, and seems so small and helpless and dependant on her. With what awe did she regard him, this Emmanuel, this long-promised one, with what tenderness and virgin-mother love did she hold him to her!

(Pause for prayer in quiet)

 

Prayer together:

Let me sing the praise of Yahweh’s goodness,

and of all his marvellous deeds,

in return for all that he has done for us

and for the great kindness

he has shown us in his mercy

and in his boundless goodness.

He said, “Truly they are my people

sons and no rogues".

He proved himself their saviour

in all their troubles.

It was neither messenger nor angel

but his Presence that saved them.

In his love and pity, he redeemed them himself.

(Is., 63, 7-9)

 

Point 2: MARY – DAUGHTER OF SION.

 

Christmas night marks the coming of the Messiah into the world: angel hosts might sing of his coming across the skies, and the stars set the heavens ablaze with spectacular glory, but of the men to whom he comes, there is no one but a young woman to receive him among us. At this moment, Mary stands for Israel, for all men, for us, representing the human race in this moment of God's supreme gift to men. There is a mystery here of mutual giving — God gives himself entirely into her hands, as a helpless child, and Mary gives herself to welcome and to serve him, with unutterable love. She stands as the " daughter of Sion", receiving with joy and self-dedication the Messiah:

Sing, rejoice, daughter of Sion,

For I am coming to dwell in the midst of you,

It is Jahweh who speaks.

(Zec, 2, 10)

Sing and rejoice, daughter of Sion,

Shout with gladness, daughter of Jerusalem,

See now, your king comes to you…

(Zec, 9,9)

Say to the daughter of Sion,

See your Saviour comes,

The prize of his victory with him.

(Is., 62, 11)

The «king and the saviour" has come to dwell with men. Let us join our joy with Mary's, let us open our hearts in welcome to him with her, and let us offer ourselves in loving service to God with her.

(Pause for private prayer) Together: hymn "Fille de Sion"

the Gloria of Mass

 

Point 3: MAN ADMITTED TO SHARE IN THE DIVINE NATURE

 

The quiet of the Christmas night and the ecstasy of love and joy, of awe and wonder that hold Mary and Joseph are broken — shepherds are come to see the new-born Messiah and to rejoice in meeting Christ their lord. For nine months, Mary has carried her child within her, as her own — now, she sees that he belongs to all men, and graciously she welcomes the shepherds. The God-made-Man is scarcely born yet he is already reaching out to bring men to God, to share with them his knowledge and love and service of his Heavenly Father; to share with them his own divine life, to open to men a sharing in the divine nature itself (cf. 2 Peter 1, 4). None would penetrate deeper into this mystery than Mary: no one can help us to understand better the place of Christ in this plan to raise man to the possession and enjoyment of God — the plan that St. Paul describes when he says,

(Ephs., 1, 3-8)

 

A. Blessed be God the Father of our Lord Jesus Christ,

Who has blessed us with all the spiritual blessings of heaven in Christ:

 

B. Before the world was made, he chose us, chose us in Christ, to be holy and spotless and to live through love in his presence,

 

A. determining that we should become his adopted sons, through Jesus Christ for his own kind purposes,

 

B. to make us praise the glory of his grace

his free gift to us in the Beloved,

A. in whom, through his blood, we gain our freedom, the forgiveness of

our sins.

B. Such is the richness of the grace which he has showered on us in all wisdom and insight.

(Pause for private prayer).

 

CONCLUSION: one or two verses of the Christmas hymn that became the meditation.

 

7 – Maria e Jesus recém-nascido

 

Introdução: 2 ou 3 estrofes de um cantico de Natal que evoque o quadro de Maria coin seu filho (Stille Nacht, talvez, ou outro).

 

1. – MARIA E O MESSIAS.

 

Partindo do conheciniento que Deus lhe dera déste menino nascido dela, Maria sabe que a crianca que sustenta nos seus bracos, na noite de Natal, é o Messias tao esperado. Sem estòrco consciente, vinham-lhe ao pensamento as palavras inspiradas da primeira profecía do Antigo Testamento que anunciavam éste momento preciso da historia humana.

«… Um menino nasceu para nós, e um filho nos foi dado

e foi pósto o principado sobre o seu ombro;

e será chamado Admirável, Conselheiro,

Deus Forte, Pai do século futuro,

Príncipe da paz.

o seu imperio se estenderá cada vez mais,

e a paz nào terá firn;

sentar-se-á sobre o trono de Davi

e sobre o seu reino,

para o firmar e fortalecer

pelo direito e pela Justina,

desde agora e para sempre…»

(Is. 9: 6-7).

 

Estas últimas palavras, como se ajustam perfeitamente, como sào eco da mensagem que lhe foi transmitida sobre o poder real de seu Filho ! e ainda, o messias, seu filho, é mais do que rei, visto que é dele que fala o Salmista:

« Contigo está o principado,

no dia do teu nascimento,

entre os resplendores da santidade;

antes da aurora, como orvalho, eu te gerei.

Juron o Senhor, e nào se arrependerá:

"Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedec".

(Salmo 109: 3-4).

 

Príncipe da Paz, Deus Forte, Sacerdote eterno. Eis o que é seu filho, e contudo, ali está ele, nos seus bracos, sobre o seu coracáo que pulsa intensamente; é o seu pròprio corpo que o aquece, a ele que se apresenta tao pequenino, tao desprovido de tudo e tao dependente dela. Com que enlevo eia o contempla, éste Emanuel, éste objeto de tao longa espera! Com que ternura e com que amor virginal e maternal eia o aconchega a si pròpria ! (Pausa para urna oragào em silencio).

Oração em conjunto.

 

CANTEMOS EM LOUVOR DA BONDADE DE YAHVÉ.

« Eu me lembrarei das misericordias do Senhor,

cantarei o louvor do Senhor

por todos os bens que o mesmo Senhor nos den,

e pela multidào dos seus beneficios

para com a casa de Israel,

beneficios que ele lhe fez segundo a sua clemencia,

e segundo a multidào das suas misericordias.

Porque èie disse: Este é verdadeiramente o meu povo,

são filhos que nao me tornarào a negar;

e tornou-se seu salvador.

Em todas as suas tribulacòes nào se cansou de os socorrer,

e o anjo que está diante da sua face os salvou;

com o seu amor e com a sua clemencia

ele mesmo os reuniu e os levou sobre si,

e os sustenten! em todos os dias do tempo passado ».

(Is. 63: 7-9).

 

 

2. – MARIA, FILHA DE SIÃO.

 

A noite de Natal assinala a vinda do Messias ao mundo: uma legiäo de anjos canta a sua vinda, através dos ceus e das estrelas, inflama o firmamento com gloria espetacular… Mas entre os homens para quem ele vem, sómente uma jovem donzela para o receber entre nos. Nesse momento, Maria assume o lugar de Israel, de todos os homens, o nosso, pois ela representa a raga humana neste momento supremo do dom de Deus aos homens. Há nisto um misterio de doagäo mutua. Deus se entrega inteiramente entre as suas mäos, como crianca sein defeza, e Maria se entrega também para o acolher e o servir com amor indizível. Ela desempenha o papel da « Pilha de Sião » que recebe o Messias com alegría e dedicacäo total:

« Filha de Sião, entoa cánticos de louvor

e alegra-te,

porque eis que vou eu mesmo,

e habitarei no meio de ti, diz o Senhor ».

 

« Salta de alegría, ó Filha de Sião,

enche-te de júbilo, ó Filha de Jerusalem.

Eis que o teu rei vira a ti, justo e salvador ».

 

« Dizei à Filha de Sião:

Eis ai vem o teu Salvador;

eis que a sua recompensa vem com ele… ».

(Zac. 2:10. 9:9; Is. 62:11).

O «rei e salvador » veio morar entre nos. Unamo-nos ä alegría de Maria, tenhamos o coracäo aberto para o receber como ela, e oferecamo-nos para servir a Deus com amor, como ela.

(Pausa para oracäo em silencio).

 

Oração em conjunto: Filha de Siäo, ou o Gloria da Missa.

 

3. – O HOMEM ADMITIDO A PARTICIPAR DA NATUREZA DIVINA.

 

A calma da noite de Natal, o èxtase de amor e de alegría, de admiracáo e de estupefacto que encanta Maria e José, eis que sào interrompidos pela chegada dos pastores: èles vém ver o messias recém-nascido e alegrar-se déste encontró com o Cristo, seu Senhor.

Durante nove meses Maria trazia em si o seu filho, pois era d'eia; agora, ela verifica que èie pertence a todos os homens, e gentilmente, ela acolhe os pastores.

O Deus-feito-Homen, apenas acaba de nascer, e logo conduz os homens a Deus, re-partindo com èles o conhecimento, o amor e o servico de seu Pai Celeste; repartitndo com èles a sua pròpria vida divina; facultando aos homens o pròprio acesso à comparticipacào da natureza divina (2 Pedro 1:4). Ninguém poderia sondar mais profundamente éste misterio do que Maria: ninguém, melhor do que eia, nos pode ajudar a compreender o lugar de Cristo neste plano que eleva o homem até à posse e à fruicào de Deus — plano que S. Paulo assim descreve:

1. – Bendito seja Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo,

que nos abencoou com toda a bèncào espiritual do céu em Cristo,

 

2. – assim como èie mesmo nos escolheu antes da criacào do mundo,

por amor, para sermos santos e imaculados diante déle;

O qual nos predestinou para sermos seus filhos adotivos

por meio de Jesus Cristo,

 

1. – para sua glòria, por sua livre vontade,

para fazer brilhar a glòria de sua graca,

pela qual nos tornou agradáveis a seus olhos em seu amado Filho.

2. — E néle que temos a redengao pelo seu sangue,

a remissào dos pecados segundo as riquezas da sua graça,

a qual derramou abundantemente sobre nos,

em toda a sabedoria e prudencia.

(Ef. 1: 3-8).

(Pausa para oragáo em silencio).

 

CONCLUSÃO: – 1 ou 2 estrofes do cántico de Natal que serviu de base à meditacáo.

 

7 – Marie et Jésus nouveau-né

 

Ouverture : 2 ou trois couplets de quelques chants de Noël qui évoque le tableau de Marie avec son enfant (Stille Nacht, peut-être ou un autre)

 

1. – MARIE ET LE MESSIE.

 

A partir de la connaissance que Dieu lui avait donnée de cet enfant né d'elle, Marie savait que l'enfant qu'elle tenait dans ses bras en la nuit de Noël, était le Messie tant attendu. Sans effort conscient, montaient à son esprit les mots inspirés de la prophétie de l'Ancien Testament qui annonçaient ce moment précis de l'histoire humaine.

Un enfant nous est né,

un fils nous a été donné,

il a reçu l'empire sur les épaules,

on lui donne ce nom:

Conseiller-merveilleux, Dieu-fort,

Père éternel, Prince-de-la-Paix.

Etendu est l'empire

dans une paix infinie,

pour le trône de David

et sa royauté,

qu'il établit et qu'il affermit

dans le droit et la justice.

 

Ces dernières paroles, comme elles collent bien, comme elles font bien écho au message qui lui a été transmis sur le pouvoir royal de son Fils. Et même, le messie son fils est plus que roi, car c'est de lui que parle le psaume 110. 3-4.:

 

La dignité royale

A toi le principat au jour de ta naissance, sur les monts sacrés,

dès le sein, dès l'aurore de ta jeunesse.

Yahvé l'a juré et ne s'en dédira point:

«Tu es prêtre à jamais selon l'ordre de Melchisédech! »

Prince de la Paix, Dieu Tout-puissant, Prêtre éternel. Voilà ce qu'est son fils, et pourtant, il est là, dans ses bras, sur son cœur qui bat bien fort; c'est son corps à elle qui le réchauffe, et il a l'air si petit, et si dénué de tout et si dépendant d'elle. Avec quelle stupéfaction elle le regarde, cet Emmanuel, cet objet d'une si longue attente, avec quelle tendresse et quel amour virginal et maternel elle le presse contre elle-même. (Pause pour une prière silencieuse)

Prière ensemble.

 

CHANTONS LA LOUANGE DE LA BONTE DE YAHVE

 

Je veux célébrer les grâces de Yahvé,

les prouesses de Yahvé,

pour tout ce que Yahvé a fait pour nous

et pour la grande bonté

qu'il nous a témoignés dans sa miséricorde

et dans l'immensité de ses grâces.

Il a dit: «Vraiment, ils sont mon peuple.

des fils qui ne sont pas félons! »

Et il fut leur Sauveur

dans toutes leurs angoisses.

Ce ne fut ni un messager ni un ange,

mais sa Face qui les sauva.

Dans son amour et sa pitié,

Il s'est souvenu de nous.

(Is. 63. 7-9)

 

2. – MARIE, FILLE DE SION.

 

La nuit de Noël, marque la venue du Messie dans le monde: une armée d'anges peut chanter sa venue, à travers le ciel et les étoiles, embraser le firmament d'une gloire spectaculaire mais parmi les humains chez qui il vient, il n'y a qu'une jeune femme à le recevoir parmi nous. A ce moment, Marie tient la place d'Israël, de tous les hommes, de nous, car elle représente la race humaine en ce moment du don suprême de Dieu aux hommes. Il y a là, un mystère de don mutuel. Dieu se donne entièrement entre ses mains, comme un enfant sans défense, et Marie se donne aussi pour l'accueillir et le servir, avec un amour indicible. Elle joue le rôle de la « Fille de Sion » qui reçoit le Messie avec joie et dévouement total:

Exulte de toutes tes forces, fille de Sion !

Pousse des cris de joie, fille de Jérusalem!

Voici que ton roi vient à toi.

 

Chante, réjouis-toi, fille de Sion,

Car je viens demeurer au milieu de vous,

C'est Yahvé qui parle.

 

« Dites à la fille de Sion:

Voici que vient ton Sauveur.

Le prix de sa victoire l'accompagne.

(Zacch. 2,10. 9,9; Is. 62, 11).

 

Le « roi et sauveur » est venu demeurer chez nous. Joignons-nous à la joie de Marie, ouvrons nos cœurs pour l'accueillir comme elle, et offrons-nous pour servir Dieu avec amour, comme elle.

(Pause pour prière silencieuse)

 

Prière ensemble: Fille de Sion ou Gloria de la Messe.

 

3. – L'HOMME ADMIS A PARTAGER LA NATURE DIVINE.

 

Le calme de la nuit de Noël, l'extase d'amour et de joie, d'étonnement, de stupéfaction qui ravit Marie et Joseph, voilà qu'ils sont interrompus par l'arrivée des bergers: ceux-ci viennent voir le messie nouveau-né et se réjouir de cette rencontre avec le Christ, leur Seigneur. Pendant 9 mois, Marie a porté son enfant en elle, car il était à elle; maintenant, elle voit qu'il appartient à tous les hommes, et gentiment, elle accueille les bergers. A peine le Dieu-fait-homme est-il né, que déjà, il mène les hommes à Dieu, partageant avec eux la connaissance et l'amour et le service de son Père Céleste; partageant avec eux, sa propre vie divine; ouvrant aux hommes mêmes l'accès à un partage de la nature divine (2 Pierre 1.4). Nul ne saurait pénétrer plus avant dans ce mystère que Marie: personne ne peut mieux nous aider à comprendre la place du Christ dans ce plan qui élève l'homme jusqu'à la possession et à la jouissance de Dieu — plan que S. Paul décrit ainsi:

Béni soit le Dieu et Père de notre Seigneur Jésus Christ, qui nous a bénis par toutes sortes de bénédictions spirituelles, aux cieux, dans le Christ.

C'est ainsi qu'il nous a élus en lui, dès avant la création du monde, pour être saints et immaculés en sa présence, dans l'amour, déterminant d'avance que nous serions pour lui des fils adoptifs par Jésus Christ.

Tel fut le bon plaisir de sa volonté, à la louange de gloire de sa grâce, dont II nous a gratifiés dans le Bien-aimé.

En lui, nous trouvons la rédemption, par son sang, la rémission des fautes, selon la richesse de sa grâce, qu'il nous a prodiguée, en toute sagesse et intelligence.

(Pause pour prière silencieuse)

 

Conclusion: 1 ou 2 couplets du chant de Noël qui a servi de base à notre méditation.

 

 

7

 

El Portal de Belén

 

APERTURA.

Canto: Dos o tres estrofas de un villancico u otro cántico de Navidad que nos traitri a la memoria escenas de la Virgen con el Niño recién nacido.

 

1. – MARÍA Y EL MESÍAS.

 

Por el conocimiento que Dios había dado a María acerca del Niño que de Ella iba a nacer, sabia la Virgen que aquel Hijo, a quien por vez primera tenía en sus brazos en la noche de Navidad, era el Mesías por tanto tiempo esperado. Sin apenas esfuerzo mental acudían a su espíritu aquellas profecías del Antiguo Testamento donde se anunciaba este momento preciso de la historia de la humanidad.

« Nos ha nacido un niño, nos ha sido dado un niño que tiene sobre los hombros la soberanía, y que se llamará maravilloso y consejero, Dios fuerte Padre sempiterno, Príncipe de la Paz, para dilatar el imperio y para una paz ilimitada sobre el trono de David y de su remo, para afirmarlo y consolidarlo en el derecho y en la justicia desde ahora para siempre jamás. El celo de Yahvé de los ejércitos hará esto ».

(Is. 9, 6-7).

 

¡Qué bien suenan estas palabras de Isaías! Son como el eco de un mensaje con el que Dios anuncia el poder real del Mesías, su Hijo. Más aún que rey ese Hijo es Aquél a quien se refieren las palabras de la Escritura:

« Tu pueblo se ofrecerá espontáneamente en el día de tu poder; sobre los montes sagrados será para ti como rocío del seno de la aurora tu juventud.

Ha jurado Yahvé y no se arrepentirá: Tú eres sacerdote para siempre serán el orden de Melquisedec ». " °

(Sal. 109, 3-4).

 

Príncipe de la Paz. Dios todopoderoso, Sacerdote eterno. Todo eso es Jesús el Hijo de la Virgen. Sin embargo, ahí lo tiene en sus brazos, estrechándolo contra su pecho que late con más fuerza que nunca. Es la Madre quien da calor al recién nacido tan tierno de por si, tan desprovisto de todo, tan necesitado de mimos maternales. ¡Con qué asombro contempla Mana a ese Emmanuel objeto de tan larga como anhelante espera' ¡Qué ternura maternal y qué amor virginal los suyos, al estrechar al Niño contra su corazón!

(Oración en silencio)…

(Oración en común🙂

 

CANTEMOS LA ALABANZA DE LA BONDAD DE YAHVÉ:

 

« Cantaré las misericordias de Yahvé,

las alabanzas de Yahvé, todo lo que ha hecho con nosotros,

lleno de bondad para la casa de Israel;

lo que ha hecho por nosotros en su misericordia

y conforme a la muchedumbre de sus gracias.

Dijo: Ciertamente son mi pueblo,

son hijos que no engañarán.

Y fue su Salvador en todas sus angustias.

No fue un mensajero, un ángel;

su faz misma los salvó;

en su amor y clemencia,

Él mismo los rescató ».

(Is. 63, 7-9).

 

2. – MARÍA, HIJA DE SIÓN.

 

En la noche, por siempre memorable, de Navidad viene el Mesías a la tierra. Bien podrían innumerables legiones de ángeles cantar esa venida a través del cielo y de los astros e incendiar el firmamento con llamaradas de gloria espectaculares. Pero no. De los hombres, a quienes Jesús viene a salvar, sólo María y José se aprestan a recibirlo. En aquellos momentos sublimes del supremo don de Dios a la humanidad, Mana de Nazaret ostenta, por decirlo así la representación de Israel y de todo el género humano. Se trata, ni mas ni menos, del misterio del don recíproco: Dios se pone completamente en manos de Mana, como un parvulito indefenso, y María se entrega a Dios, lo acoge y le sirve. « Hija de Sión », recibe al Mesías con un gozo y una entrega fuera de límites:

 

« Alégrate sobremanera, hija de Sión.

Grita, exultante, hija de Jerusalén.

He aquí que viene a ti tu Rey ».

(Zac. 9, 9)

 

«Jubila y regocíjate, hija de Sión,

porque llegaré y habitaré en medio de ti,

oráculo de Yahvé ».

(Zac. 2, 10).

« Decid a la hija de Sión:

He aquí que llega tu salvación,

viene con su recompensa ».

(Is. 62, 11)

El Rey y Salvador ha venido a vivir entre nosotros. Asociados al gozo de Mana, abramos nuestros corazones para recibirle y démonos de lleno al Servicio amoroso de Dios, como lo hizo la Virgen.

(Oración en silencio…)

 

Oración en común:

Canto: « Hija de Sión », o bien el « Gloria » de la misa.

 

3. – EL HOMBRE, ADMITIDO A COMPARTIR LA VIDA DIVINA.

 

Da calma de la primera Nochebuena, el éxtasis de amor, de alegría y de asombro en que estaban sumidos María y José, se ve de pronto interrumpido por la llegada de unos humildes pastores del lugar: enterados, por los ángeles, del nacimiento del Mesías vienen a verlo y a henchir de gozo sus corazones por el encuentro con Cristo su Señor. Durante nueve meses había la Virgen guardado como para sí al Hijo de sus entrañas. Ahora, el Niño que acaba de nacer pertenece a todos los hombres; por eso acoge con cariño a los pastores. Apenas acaba de nacer el Dios encarnado y ya está encaminando los hombres a Dios, con quienes comparte el conocimiento, el amor y el servicio del Padre celestial. Mas aun comparte su propia vida en Dios, al hacer a los hombres partícipes de la naturaleza divina (2Pe 1 4) Nadie como María es capaz de ahondar tan profundo misterio. Nadie mejor que ella nos va a enseñar qué puesto ocupa Cristo en el plan divino, ese plan concebido por la Trinidad para elevar al hombre hasta la posesión y el disfrute de Dios, como escribe San Pablo (El 1, 3-8):

1. « Bendito sea Dios y Padre de nuestro Señor Jesucristo, que en Cristo nos bendijo con toda bendición espiritual en los cielos.

 

2 Por cuanto en Él nos eligió antes de la constitución del mundo para que fuésemos santos e inmaculados ante Él en caridad, y nos predestinó a la adopción de hijos suyos por Jesucristo, conforme al beneplácito de su voluntad.

 

1. Para alabanza del esplendor de su gracia, que nos otorgó gratuitamente en el amado.

 

2 En quien tenemos la redención por su sangre, la remisión de los pecados, según las riquezas de su gracia, que superabundantemente derramó sobre nosotros con toda sabiduría y prudencia ».

(Oración en silencio…)

 

CONCLUSIÓN.

 

Canto: una o dos estrofas del canto de Navidad que sirvió de introducción.

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