2 de maio de 2005 VATICANO

Convosco continuarei a dialogar, porque buscais grandes coisas

Penso em particular nos jovens. A eles, interlocutores privilegiados do Papa João Paulo II, dirijo o meu abraço afetuoso na expectativa, se Deus quiser, de me encontrar com eles em Colônia por ocasião da próxima Jornada Mundial da Juventude. Convosco, amados jovens, futuro e esperança da Igreja e da humanidade, continuarei a dialogar, ouvindo vossas expectativas com a intenção de vos ajudar a encontrar sempre mais em profundidade o Cristo vivo, o eternamente jovem (Capela Sistina, 20.04.05)

Hoje, eu gostaria, com muita força e convicção, a partir da experiência de uma longa vida pessoal, dizer a todos vós, queridos jovens: Não tenhais medo de Cristo! Ele não tira nada, mas tudo dá. Quem se dá a ele, recebe cem por um. Sim, abri, abri de par em par as portas a Cristo, e encontrareis a verdadeira vida. (Praça de São Pedro, 24.04.05)

Não é verdade que os jovens pensam sobretudo no consumo e no prazer. Não é verdade que são materialistas e egoístas. Pelo contrário: os jovens desejam algo grande. Desejam que acabem com a injustiça. Desejam a superação da desigualdade e que todos tenhamos nossa parte nos bens da terra. Querem que os oprimidos obtenham a liberdade. Desejam coisas grandes, desejam coisas boas. (Aula Paolo VI, 25.04.05)

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