2 de agosto de 2007 ESPANHA

CURSO SOBRE AS CARTAS DE CHAMPAGNAT

Pelo fato de o Ir. Fernando Hinojal ter participado da Coordenação do Curso sobre o Patrimônio, realizado em Roma, em 1993, e pelo fato de o Ir. Carlos José Hildalgo ter participado de curso do CEPAM, promovido pelo Ir. Aureliano Brambila, começou na Província Mediterrânea uma crescente aproximação à figura do Pe. Champagnat, através do estudo de seu escritos: cartas e outros documentos.

O primeiro passo foi a elaboração de um plano, distribuído em três ciclos: no ciclo A , trabalha-se a correspondência ativa e passiva de 1823 a 1836; quer dizer, as cartas de Marcelino e as cartas a ele dirigidas, assim como as que se referem a ele. No ciclo B, o objeto de análise é a correspondência ativa e passiva de 1837 e 1838, e os testemunhos referentes ao Fundador. Por último, no ciclo C, o trabalho é centrado na correspondência ativa e passiva dos anos 1939 e 1940, a que se acrescenta o relativo à legislação marista.

A cada ciclo desses corresponde um curso, oferecido durante três semanas de verão, à razão de oito horas diárias. O plano compreende um total de 480 horas; no verão de 2004, inicou o primeiro curso.
O método de trabalho consiste em analisar as cartas, segundo um critério de investigação histórica. Partindo de uma ampla biblioteca, com livros e revistas especializadas, folhetos e todo material relativo ao patrimônio do Instituto, além de recursos informáticos, cada um dos participantes prepara os documentos propostos, seguindo um questionário muito concreto para facilitar o aprofundamento do conteúdo. Em seguida, expõe aos demais participantes do curso as conclusões a que chegou. Tudo isso é desenvolvido num contexto de reflexão, diálogo, oração e em ambiente de agradável convivência.

?Ao manusearmos documentos de primeira mão ? disse o Irmão Fernando Hinojal ? descobrimos um Champagnat muito humano, muito próximo aos irmãos; um pai que ama a seus filhos, os irmãos; um coração de carne; muito sensível aos valores da pessoa. O interessante dessa experiência é que descobrimos Marcelino, diretamente, sem que ninguém nos diga como é: descobrimo-lo nós mesmos.?
Os cursos são dirigidos e coordenados por uma equipe de três irmãos. Faz-se o possível para que estejam presentes ao menos dois deles. Devido ao método empregado, o número de participantes em cada sessão, não deve ultrapassar os dez.

Até agora já participaram quinze irmãos da Província, dos quais a metade concluiu os três ciclos. Por outra, esses cursos também estão sendo oferecidos aos Irmãos do Escorial, embora com ritmo e margem de tempo diferentes.
Um dos irmãos que concluiu os três ciclos, assim resume sua experiência: ?Considero uma graça e um dom de Deus ter dedicado esse tempo a conhecer Champagnat; isso levou-me a estimá-lo mais e a apreciá-lo com admiração.?

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