29 de outubro de 2020 EL SALVADOR

25 leigos maristas concluem o “Itinerário de Espiritualidade” de 5 anos

O Itinerário de Espiritualidade, iniciado há cinco anos em El Salvador, teve seu último encontro no dia 4 de outubro. Os 25 leigos que participaram da formação realizaram 4 encontros por ano, que se centraram no caráter mariano e apostólico da Espiritualidade Marista.

O encerramento do Itinerário confirmou que o território da espiritualidade é muito amplo, que existem muitos atalhos e caminhos, mas que a direção não pode mudar: o de transformar a nossa existência em receptividade e doação.

O mapa deste itinerário foi desenhado pelo Ir. Rodrigo Cuesta e a animação ficou a cargo de Nohemy Pinto, delegada de espiritualidade, e da Irmã María Laura Soto, da Equipe Missão El Salvador.

Nos encontros, os participantes refletiram sobre seu caminho de fé e sua fisionomia espiritual, em um processo comunitário e na relação com os outros na vida cotidiana.

Na conclusão do Itinerário, os participantes foram convidados a responder à seguinte questão: como sentimos que a espiritualidade molda a nossa forma de nos relacionar com as pessoas, com o mundo, com nós mesmos e com Deus?

Em suas respostas, os participantes destacaram seis sinais do caminho com os quais foram confrontados:

  • A fé dá disposição, dá um perfil de pessoa, um tom vital. A fé é um motor poderoso para o crescimento e para se posicionar como pessoa.
  • Caminhar com os outros. A comunidade é necessária para viver a fé. Não se pode seguir Jesus sozinho. O “outro” me faz existir. Eu descubro os outros como sentido da minha vida.
  • O olhar contemplativo, que sabe ver Deus em todas as coisas. O olhar que crê na realidade é necessariamente um olhar global, “inclusivo”: é olhar a realidade-em-Deus e Deus-na-realidade.
  • A simplicidade, atmosfera de família, expressão da espiritualidade marista. Como Champagnat, nos aproximamos de Deus com transparência, honestidade, abertura e confiança. Um sinal do caminho que nos diz que a plenitude de viver, a alegria de ser, não está fora do âmbito do quotidiano.
  • Gastar a vida é amar muito. Este sinal expressa que amar é a melhor tradução de uma existência em Deus. Se não tenho amor, não sou nada.
  • Mudança e conversão. A proximidade com o Senhor muda e converte. Seguir os passos de Jesus supõe uma espiritualidade para a mudança, que só nasce do Espírito de Deus.
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