Carta de Marcelino – 139

Marcellin Champagnat

1837-09-25

Não é a primeira vez que o pároco de Caluire pede Irmãos. E como da primeira, desta vez ainda não pôde ser atendido. Por ora, só a promessa para quando seja possível. Por razões que ignoramos, diz o Irmão Paul Sester, Caluire não teve uma escola dirigida pelos Irmãos, apesar de distar de Lião apenas três quilômetros.

Senhor Pároco,
É mesmo certo que não mais contávamos com o pedido que o senhor tivera a gentileza de fazer-nos. Estamos longe de poder atender a todos os pedidos que nos são dirigidos, vindos de toda a França. Não me atrevo a fixar condição nenhuma para seu estabelecimento, digo-lhe simplesmente que teria muito prazer em confiar nossos Irmãos a seus cuidados. Sei que estariam em boas mãos; o senhor pároco de Neuville me segredou duas palavras a esse respeito.
Agradeço-lhe muito a confiança que deposita em nós, não esquecerei seu pedido. Será atendido tão logo seja possível.
Queira aceitar a certeza do devotamento, senhor Pároco; tenho a honra de ser seu mui devotado servidor,
Champagnat

Edição: Marcelino Champagnat. Cartas - SIMAR, São Paulo, 1997

fonte: Daprès la minute, AFM, RCLA 1, pp. 60-61, nº 63

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