16 de agosto de 2007 QUêNIA

Pastoral vocacional e formação inicial

Em nosso Centro Internacional Marista, Nairobi ? Quênia, de 27 a 31 de julho de 2007 realizou-se um encontro sobre a formação inicial para os nossos Formadores da África, de todas as etapas de formação.Vinte e dois Irmãos participaram do encontro, animado pelos Irs. Antonio Ramalho e Teófilo Minga, da Comissão de Vida Religiosa (Roma). Entre os participantes estavam os cinco Provinciais do continente africano.

Por muitos anos e até hoje as Unidades Administrativas da África trabalharam juntas para a formação de jovens Irmãos a fim de gerar Apóstolos maristas ao serviço da Igreja. Testemunhamos esta colaboração em todos os níveis da formação, mas sobretudo no Escolasticado (MIC) de Nairobi.

O foco principal desse encontro era o de aprofundar e fortalecer a referida colaboração em todos os níveis da formação inicial e sugerir estruturas, pistas e meios para a continuidade e o sucesso da formação como um todo.

Este objetivo específico estava subdividido em quatro partes:

1. Partilhar experiências no nível da pastoral vocacional e formação em geral; qual nosso plano de animação vocacional no nível local, os programas existentes, as etapas preparatórias ao Postulantado.
2. Trabalhar juntos para alcançar um consenso sobre métodos, conteúdos dos programas relativos ao Pré-Postulantado e Noviciado.
3. Oferecer linhas de orientação para uma maior e mais profunda colaboração entre as Unidades administrativas, quanto à Pastoral Vocacional, Postulantado e Noviciado.
4. Refletir sobre nossa política de pastoral vocacional e formação inicial para assegurar que refletem nossa identidade marista e oferecem uma resposta às necessidades da juventude africana de hoje.

Durante o encontro houve muito tempo consagrado à troca de experiências, em dois níveis:

? Horizontalmente: construir entre as equipes um conhecimento recíproco, consensos e colaboração, harmonizando programas do mesmo nível de formação.
? Verticalmente: como assegurar uma continuidade efetiva de um nível a outro?

Tratou-se de trabalhar juntos, tanto horizontalmente como verticalmente, sobre critérios e programas de formação; para desenvolver estruturas de colaboração na formação inicial; para saber que tipo de apoio os formadores da África esperam dos Provinciais e da Comissão Vida Religiosa do Conselho Geral.

Observando as avaliações feitas no final da sessão, percebe-se que os objetivos foram alcançados e responderam às expectativas dos participantes. Na última manhã do encontro reuniram-se os grupos por Província, no intuito de estabelecer algumas pistas e sugestões. Houve grande convergência nas sugestões para o continente e das cinco Províncias surgiram estes três pontos principais:
1. Necessidade de formar novos Formadores e de oferecer formação permanente aos Formadores atuais.
2. Assegurar uma comunicação entre todos e promover encontros regulares de diferentes tipos entre Formadores (mesma etapa ou diferentes etapas).
3. Atualizar programas (conteúdos) de formação inicial e estabelecer um Plano global de Formação para a África.

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