18 de junho de 2012 MéXICO

Um novo triênio para o Ir. Ricardo Reynoso

O Conselho geral, depois de estudar a sondagem realizada na Província, decidiu nomear o Ir.  Ricardo Reynoso como Provincial do México Central para um segundo mandato de três anos. O Ir. Ricardo iniciará esse triênio durante a celebração do Capítulo provincial, no novembro próximo.

O Conselho geral reconhece a satisfação de muitos Irmãos da Província com os três primeiros anos de serviço do Ir. Ricardo como provincial. Por isso mesmo, convida todos os Irmãos da Província a apoiar o encanto da vida fraterna, a revitalizar a vivência comunitária e a contribuir para a nova relação com os leigos, a pastoral vocacional e a reorganização das obras e comunidades.

Retomamos as palavras do Ir. Emili Turú, dirigidas aos Irmãos da Província: “Maria de Guadalupe caminhe com cada Irmão, com cada leigo, rumo à “nova terra” a que nos convida o XXI Capítulo geral. Ela continue sendo para vocês modelo, companheira e fonte de inspiração.”  

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O Ir. Ricardo nasceu em Guanajuato, em 25 de outubro de 1956. Antes de ser eleito provincial, para o primeiro mandado, em 2009, ele foi Vice-provincial e Mestre dos postulantes no Postulantado inter-provincial do México. Como delegado ao último Capítulo geral, o Ir. Ricardo assim se apresenta:

Meu caminhar, entre tropeços e descobertas, ganhou sentido na medida em que me encontrei com Deus.

Senti-me acompanhado pela “Boa Mãe”, durante meus onze anos de formador, no postulado; de diretor, mestre ou aprendiz, entre indígenas Mixtecos, acompanhado por comunidades e irmãos queridos que me abriram o coração: Chepe, Arturo, Chacho, Jorge, Renato, Avelino, Pancho…

Recebi formação para professor primário e secundário; depois, precisando de novas ferramentas que me permitissem realizar o que Marcelino sonhava, participei do seminário de planejamento pastoral e do curso de formadores, em Valpré (França). Ultimamente, para acompanhar o autoconhecimento dos postulantes, a meus cuidados, estudei psicoterapia.

Minha família foi numerosa; nela se vivia a fé na austeridade e na alegria de dividir o pão e o trabalho. Meu pai, um irrequieto ativista social, e minha mãe, incansável e com coração de artista e meus irmãos foram um forte apoio para mim.

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